The Witcher 3: Wild Hunt (em polonês: Wiedźmin 3: Dziki Gon)
é um jogo eletrônico de ação do gênero RPG desenvolvido pela CD Projekt RED e
lançado no dia 19 de maio de 2015[1] para as plataformas Microsoft Windows,
PlayStation 4 e Xbox One, sendo o terceiro título da série de jogos The
Witcher. Ele sucede The Witcher (2007) e The Witcher 2: Assassins of Kings
(2011), que foram baseados na série de livros de fantasia Wiedźmin, do escritor
polonês Andrzej Sapkowski.
Ambientado em um gigantesco cenário medieval que dá
liberdade total ao jogador, o game, que possui uma jogabilidade não linear e é
jogado através de uma perspectiva em terceira pessoa, tem o lendário bruxo
Geralt de Rívia como seu protagonista, o qual inicia uma longa jornada pelos
Reinos do Norte. Enquanto a ordem planetária enfrenta uma grande mudança, com o
misterioso e macabro exército de cavaleiros vermelhos conhecido como a
"Caçada Selvagem" deixando somente sangue e ruína por onde passa, o
jogador terá de enfrentar diversos perigos usando espadas e magia num mundo em
crise à medida que interage com outros personagens e completa missão para o
progresso da história, podendo viajar a pé, a barco, ou montado em Carpeado, o
cavalo inseparável de Geralt.
GRÁFICOS 9,5
os gráficos do game impressionam com tantos detalhes, respostas rápidas e poucas quedas de quadros que se justificam em momentos de muita informação na tela , no mais os gráficos são impecáveis
JOGABILIDADE 9,5
A jogabilidade e semelhante a do the witcher 1 e 2 porem com uma melhora significativa na velocidade de resposta dos controles, porem para quem está iniciando no universo witcher pode achar o modo de jogo confuso e complicado, principalmente nas primeiras horas de jogatina, porem depois de algum tempo você acostuma e tudo se torna fácil e automático.
ENREDO 10
A trama é bem construída tanto nos acontecimentos centrais
quanto nos secundários. Basta iniciar qualquer conversa para testemunhar as
personalidades bem demarcadas dos nativos que habitam o gigantesco mapa do
jogo. É dessa forma que você passa a conhecer seus anseios, medos, frustrações,
suas barbáries, rotinas de vida, condutas sexuais e condições financeiras.
Alguns dos personagens secundários, inclusive, conseguem se destacar tanto
quanto os principais. Pouquíssimos jogos conseguem chegar a esse nível de
comprometimento. "The Witcher 3" faz isso com maestria, sem nunca
ofuscar o brilho dos personagens que realmente importam.
Um outro aspecto bastante interessante na história são as
opções de escolha durante os diálogos que, de fato, influenciam e interferem em
todas as ações de Geralt, incluindo seus aliados (permanentes ou temporários) e
inimigos (sejam humanos ou feras racionais). Em outras palavras, você está
constantemente moldando o mundo ao seu redor. Dependendo da sua conduta, você
pode se fazer ser notado como um mero bom moço, desfazendo a má reputação pela
qual os bruxos são comumente conhecidos. Ao mesmo tempo, também pode bancar o
destemido e ser impiedoso, sendo constantemente evitado pela população e
atacado por grupos desconhecidos. As duas vertentes servem para concluir o jogo
- e a saga -, mas diferem no tipo de tratamento e na força das alianças que o
protagonista constrói na história.
Fora isso, quem não jogou os games anteriores não precisa se
preocupar em ficar perdido em "The Witcher 3". Seja na campanha ou
nas missões paralelas, o jogador coleta centenas de arquivos, livros,
pergaminhos, cartas e mensagens de aviso que ajudam a explicar e contextualizar
exatamente o que acontece naquele mundo grandioso. Aos poucos você aprende mais
sobre cada uma das raças de monstros, os elementos da natureza, as condições
sócio-político-econômicas de cada reino e detalhes pessoais de cada um dos
personagens mais significativos da trama. A imersão vai se construindo com
cadência e exatidão exemplares, não sobrecarregando o jogador com uma avalanche
de informações jogadas gratuitamente na tela. Quando menos esperar - e você nem
vai sentir a transição desse processo, de tão natural que ela ocorre - estará
totalmente sugado pela absurda sensação de estar vivenciado aquele universo em
vício pleno.
ÁUDIO 10
Outro grande destaque em "The Witcher 3" é a
trilha sonora extremamente bem posicionada e orquestrada em todos os momentos
da aventura. As composições são bem variadas e replicam toda a dramaticidade ou
calmaria das cenas, das mais emocionantes às mais épicas, das mais mórbidas às
mais alegres. É simplesmente impossível não se envolver e, com algumas horas de
jogo, já é possível guardar algumas delas na cabeça e sair
cantarolando/assoviando por aí. Esta é, sem dúvidas, uma das trilhas sonoras
mais bem feitas para um jogo.
As dublagens em português brasileiro também estão
sensacionais. E não há riscos de estar errado em dizer que este é,
provavelmente, o melhor trabalho de localização já feito em um jogo lançado no
Brasil, levando em conta a grandiosidade do título. A variedade de vozes é
absurda e diferem, na grande maioria dos casos, de um personagem para outro,
sejam os da história principal ou dos aleatórios (NPCs) espalhados pelo mapa.
Cada um deles demonstra grande cuidado de interpretação e na entonação com quem
falam.
RESUMO
Um RPG complexo e espetacular para todos os gostos cheio de
missões que vai proporcionar centenas de horas de jogatina sem enjoar, pois no
universo Witcher nada se repete e cada missão e mais legal e divertida que a
outra, Pode-se resumir que esse é um jogo a ser lembrado por décadas e o começo
de uma nova era de games, com mapas gigantescos muita coisa para fazer e
qualidade técnica de cair o queixo. Realmente uma aula de como se faz games











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